Arquivo da Categoria ‘Comunicação’

O que vai acontecer até 2050?

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Já parou para pensar o que vai contecer nos próximos 40 anos? Não? Mas o Tomorrow Awards sim…

O Tomorrow Awards é o primeiro prêmio internacional dedicado à descoberta, mostrando que a criatividade impulsiona as fronteiras tecnológicas e pretende educar a indústria sobre as novas tecnologias e as possibilidades criativas que vêm com elas.

O Tomorrow Awards reconhece que o futuro da indústria da publicidade não depende exclusivamente dos esforços de pioneiros de hoje, mas também sobre a próxima geração de profissionais criativos, por isso, 10% de todas as taxas do Tomorrow Awards são dedicados a bolsas de estudo para escolas e programas que preparam seus alunos para a indústria de publicidade do futuro.

No quadro abaixo segue uma análise do Tomorrow Awards nos próximos 40 anos, incluindo economia e mídias.

Fonte: Revista Meio & Mensagem – abril/2010

O consumidor está no comando

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Respeite as leis sociais e elas respeitarão você. Fica a lição de Pyr Marcondes ness vídeo que mostra exemplos da Coca-Cola e a repercursão da marca pela rede na era da Internet, na qual o controle está com o consumidor e não mais sobre as marcas.

Respeitar o consumidor e sua opinião, positiva ou negativa, é talvez o maior desafio das marcas na Internet. Perder o controle não é fácil e cada marca deve criar suas próprias estratégias para lidar com o buzz positivo e, principalmente, com o negativo, aprendendo definitivamente a respeitar o consumidor, pois repimi-lo só tende a ser pior. Mais do que nunca para as marcas vale o velho ditado: “Se não pode vencê-los, junte-se a eles”.

Mamães digitais

domingo, 9 de maio de 2010

Pesquisa exclusiva, realizada em profundidade pela Microsoft Advertising e o instituto de pesquisa SPA, no Reino Unido, revelou que as mães já utilizam pessoalmente a web, em média, durante 10 horas por semana, pois a internet já se tornou uma das grandes tábuas de salvação de várias necessidades da vida familiar. A pesquisa também apontou que 9 entre 10 mães no Reino Unido já utilizam a Internet diariamente.

A pesquisa acusou o papel vital da internet em quatro áreas básicas do dia-a-dia das mães: a necessidade de manter contato, a organização familiar, a realização pessoal e o entretenimento.

Independentemente de trabalharem em tempo integral, de se dedicarem ao lar em tempo integral, de cuidarem de seu primeiro filho ou de administrarem uma família em crescimento, as mães são sistematicamente as grandes responsáveis pela tomada de decisões, embora elas recorram cada vez mais à internet em busca de ajuda nessas decisões.

As mães que não dispõem de muito tempo livre utilizam o e-mail como sua principal ferramenta para se manterem em contato com seus parceiros ou filhos, com os amigos ou familiares mais distantes. No total, 95% de todo o universo de mães pesquisadas utilizam o e-mail, em detrimento das ligações por telefone fixo (90%), de mensagens de texto (88%) e ligações por celular (85%). Hoje, 78% das mães já fazem compras on-line, 68% administram suas finanças pela internet, e 94% já recorrem à web para obter informações e orientações. São realmente as mamães digitais!

Veja aqui a pesquisa completa!

Fonte: Microsoft Advertising

8 de maio – Dia do Profissional de Marketing

sábado, 8 de maio de 2010

Simpática homenagem do Bríndice aos profissionais de marketing, cada vez mais exigidos e ainda tão pouco valorizados. Feliz Dia do Profissional de Marketing!

O mundo digital é colaborativo

sexta-feira, 7 de maio de 2010

O mundo digital é colaborativo, traz inúmeras posibilidades, inclusive a de liderança, e contribui para transformar causas isoladas em fenômenos sociais. Todos nós temos a possibilidade de liderar movimentos sociais. Somos protagonistas digitais e as marcas pegam carona nesses fenômenos para transmitir seus valores e suas mensagens.

Sete regras para comunidades de marca

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Lara Lee foi a principal responsável pela comunidade da marca Harley Davidson, entre outras, e é executiva da Jump Associates, uma consltoria de planejamento e estratégia. Neste vídeo Lara Lee apresenta sete regras para melhorar a presença da marca em um grupo de pessoas que são seus admiradores.

1) Não permanecer em “silos”. A marca precisa de uma estratégia de comunicação que envolva toda a corporação e não só área de marketing;
2) A comunidade serve primeiro às pessoas – a marca fica em segundo lugar;
3) Se você quer que a comunidade se fortaleça você não cria a marca e espera que a comunidade a siga. o que se deve fazer é a engenharia da comunidade
4) Abraçe o conflito na comunidade. O conflito é construtivo e deve acontecer;
5) A comunidade tem força qundo todos na comunidade tem um papel;
6) A ferramenta não é a estratégia. A web 2.0 não vai resolver seu desafio de criar uma comunidade de marca;
7) Saia do controle. Nas comunidades fortes são as pessoas que tem o poder!

Lojas com produtos grátis?

terça-feira, 4 de maio de 2010

Ao invés de comprar produtos agora você pode levá-los para casa e testar de graça. Já pensou nisso? Não é sonho, não!

Já existem no Brasil duas lojas com produtos grátis: a Sample Central e o Clube Amostra Grátis. Ambas utilizam o conceito de “tryvertising”, do inglês try (teste) + vertising (advertisign, propaganda).

Mas você deve estar se perguntando o que as empresas que colocam seus produtos lá ganham com isso…simples! O que elas ganham é uma incrível pesquisa de mercado para o lançamento ou aprimoramento de seus produtos.

Os consumidores podem escolher produtos que ainda não chegaram às prateleiras para levar para casa, ou experimentar os itens com valor superior a R$ 100,00 na própria loja, depois respondem a uma pesquisa que auxilia as marcas no processo de desenvolvimento e concepção do produto, passando pelo comportamento de consumo, até o lançamento. A ideia serve também para produtos que já estão no mercado, mas não tiveram boa aceitação por parte dos consumidores.

Nessas lojas as pesquisas de cada marca tem ainda mais valor pois é o próprio consumidor quem escolhe o que quer experimentar e esse fato garante mais credibilidade às pesquisas.

Mas fique atento! Os interessados em participar dos programas tem que fazer os cadastros via site e há uma triagem para aceitação do perfil. Além disso, o candidato aceito pode experimentar até 5 produtos por mês e, ambas as lojas, cobram uma taxa anual que varia de R$ 15,00 a R$ 50,00.

Filho, falta muito?, por Eco Moliterno

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Não há nada mais imprevisível do que as previsões do futuro. São palpites de todos os tipos, e quanto mais as pessoas tentam adivinhar o que está por vir, mais engraçado fica. Por isso, sempre me divirto muito lendo o que previram no passado para a época em que estamos vivendo hoje – e, com certeza, meus netos ainda darão muito mais risadas do que eu.

Afinal, se todos tivessem acertado suas previsões até hoje, já estaríamos fazendo odisséias espaciais para Júpiter desde 2001 – e ligando do espaço para dar notícias aos familiares por uma tela de vídeo (nesse último caso, Mr. Stanley Kubrick e Mr. Arthur Clarke apenas anteciparam o Skype em alguns anos e estão mais do que perdoados).

Outro dia assisti de novo ao maravilhoso De Volta Para o Futuro II – segundo episódio da única trilogia futurista que virou nostálgica – e, pasmem, a história se passa em 2015! Eu sei que ainda faltam alguns anos até lá, mas duvido que já estejam projetando estádios do Rio para receberem carros voadores durante as Olimpíadas de 2016.

O mais engraçado é que, ao mesmo tempo em que ‘erram na mosca’ nas previsões, os videntes se equivocam em detalhes banais que já são futuro há muito tempo. Nesse filme, por exemplo, o Marty McFly – vestindo uma jaqueta incrível, que se ajusta ao corpo e seca automaticamente quando molhada – fica acompanhando as notícias da sua cidade por um jornal impresso em preto e branco (!), além de se comunicar com o ‘Doc’ Brown por um walkie-talkie modelo ‘tijolão’ com uma antena gigantesca. Internet e celular, nem pensar né?

Por essas e outras, em vez de tentar adivinhar como será a propaganda no futuro, prefiro evitar as risadas póstumas dos meus bisnetos e usar esse espaço para contar como o futuro já está influenciando a comunicação no presente. Pois quem trabalha com internet desde o século passado, como eu, sabe muito bem como é difícil carregar o fardo de ser um ‘profissional do futuro’ – expressão que só perde para o ‘molecada da internet’. Esse rótulo nada mais é do que uma forma de empurrar pra frente o sucesso (e os aumentos salariais) de quem já entrou no mercado com uma proposta diferente: dialogar de igual para igual com o consumidor – em vez de falar de cima pra baixo, como a publicidade ‘tradicional’ quase sempre faz.

E não será preciso esperar muitos anos pra ver essa revolução chegar ao Brasil. Basta observar o que já está acontecendo em outros países. Mês passado, por exemplo, o todo-poderoso Google – que desde 2006 já é a marca mais valiosa do planeta à frente de nomes clássicos como Coca-Cola, IBM, Microsoft e McDonald’s – deixou de ser o site mais acessado nos Estados Unidos. Ele foi superado pela despretensiosa invenção de um jovem programador que, aos 20 anos – quando ainda morava no dorm room da faculdade -, criou um sistema para juntar todos os seus amigos online, batizando-o de Facebook em homenagem à tradição das escolas e universidades americanas de fazerem livros com as fotos de todo mundo. E hoje sua invenção já tem fotos do mundo todo.

Mas não para por aí. O Chat Roulette, atual fenômeno da internet, foi criado no final do ano passado, em Moscou, por um garoto mais novo ainda, de 17 anos – que também batizou sua criação em homenagem a uma tradição de seu país, a roleta russa. E agora é mais um jovem prodígio com grandes chances de ser juntar ao grupo dos milionários com espinhas no rosto.

Nas próprias agências, já é bastante comum ver profissionais dos degraus mais altos da hierarquia publicitária consultando seus estagiários antes de lançarem uma determinada ação – com medo de estarem usando um ‘discurso de tio’ em suas campanhas. Por sua vez, os assistentes sentem-se cada vez mais à vontade para palpitar nos anúncios dos seus chefes – pois o cenário mudou tanto que quase não se ouve mais os mantras do tipo “vai por mim” ou “faço isso há muito mais tempo que você”.

Ou seja, o jogo está virando. E rápido. O poder já está passando para as mãos dos mais novos, que estão até ousando ensinar os mais velhos como será o mundo daqui pra frente. Enquanto isso, os desavisados continuam achando que isso tudo é algo passageiro – e se não mudarem logo de opinião, correm um sério risco de perder o lugar na janelinha. Do bonde.

Afinal, quanto maior for essa mistura, melhor será para as empresas, que conseguirão aliar a experiência dos que já têm cabelo branco com a ousadia de quem ainda tem a carteira de trabalho em branco. Aí acabaremos de vez com todos os rótulos para, juntos, virarmos os ‘profissionais de comunicação do presente’ – sem aquelas facções de on e off que transformaram o line em um cabo de guerra. Mas, infelizmente, esse ainda é um discurso muito mais fácil de ser dito do que ser feito – tanto que muitos falam que fazem, mas poucos fazem o que falam.

Meu conselho aos ‘digitalizados’, que já acordaram para o fato de que a comunicação sofrerá mudanças radicais nos próximos anos: continuem perguntando aos mais novos quanto tempo ainda falta para essa virada definitiva acontecer. Já aos ‘analógicos’, que ainda insistem em achar que tudo permanecerá como está, das duas uma: ou vocês resolvem ir logo de volta para o futuro ou podem ir perguntando para seus filhos quanto tempo ainda falta para sua aposentadoria.

E para quem está chegando ao mercado de trabalho agora, uma dica fundamental: entre sem bater nos mais velhos. Não repita o erro que muitos deles cometeram com os mais novos e dispa-se de qualquer preconceito ao abrir um anuário ou conversar com um profissional mais antigo que você – não importa se ele é da época do pop up ou do paste up. Lembre que sua profissão só existe hoje porque alguém a inventou no passado, e cabe a você reinventá-la nos próximos anos – para que assim, no futuro, a ideia de que ‘a publicidade está morrendo’ seja tão fictícia quanto o skate voador do Marty McFly.

Mas tudo isso, claro, se a previsão dos Maias estiver errada e o mundo não acabar em 2012.

Eco Moliterno, diretor de criação da Africa

Did wou know?

sábado, 1 de maio de 2010

Pensei algum tempo no que escrever sobre esse vídeo aqui no blog, mas cheguei à conclusão que próprio vídeo diz tudo e valeria a pena, sem dúvida, postá-lo para a reflexão de mais gente.

Você sabia de tudo isso? E como pretende reagir às mudanças do nosso tempo, tão rápidas e tão drásticas?

O moderno certamente ficou ultrapassado

sexta-feira, 30 de abril de 2010

“Das moderne ist wirklich unmoderne geworden” (I. W. Adorno)

“O moderno certamente ficou ultrapassado”, já dizia há anos atrás o pensador adorno, da Escola de Frankfurt, que influenciou a filosofia, a sociologia e a história da arte nos anos 60.

Mais do que nunca a afirmação é válida. IPhone, celular, filmes 3D, computação em nuvem e muito mais. Esse vídeo mostra as enormes mudanças que o mundo sofreu nos últimos 100 anos. E o que virá pela frente, alguém arrisca?