Arquivo da Categoria ‘marketing’

O mundo virou digital…o que você vai fazer sobre isso?

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

A tecnologia tem mudado a maneira de fazer negócios e todo tipo de empresa já percebeu isso. A Reiq, empresa do mercado imobiliário de Queensland, também. Foi pensando nisso que a Reiq produziu o vídeo abaixo, que mostra um pouco do seu mercado e dados de mídias sociais.

E para você, como tem sido esses avanços da tecnologia? Você se sente confortável com eles? Como era a sua vida 10 ou 5 anos atrás e como é hoje com novas tecnologias em sua vida como o IPhone, IPad, IPod, tablets, redes sociais, clouding computer, QR Code e tantos outros?

O Edifício colaborativo da Gafisa

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Recentemente a Gafisa lançou mais um projeto colaborativo no mercado, assim como a Fiat fez com o Fiat Mio e algumas outras empresas já testaram esse modelo por aí.

Com página no Facebook e vídeo no Youtube a construtora chama o público a participar do projeto, começando pelo nome do edifício.

A ideia é muito e boa e vai de encontro com um dos temas mais abordados nos últimos tempos: “a sociedade colaborativa”. Embora não seja de hoje que o ditado popular “Duas cabeças pensam melhor do que uma” seja conhecido, é fato que a internet, as novas tecnologias e as mídias sociais, contribuem imensamente para esse processo de colaboração avançar, se tornar cada vez mais rápido e sem fronteiras.

É gratificante ver que as empresas estão começando a fazer projetos construidos por várias mãos, afinal, mesmo que esses projetos sejam uma enorme e duradoura ação de marca, o consumidor sente menos os efeitos diretos do marketing quando pode participar.

34 mil pontos para a Fiat!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

História bem bacana captada pela Fiat, usando um caso real para promover sua marca numa atmosfera de sonho e conquista.

Durante 7 anos, desde 2004, na cidade de Bom Jesus da Serra, na Bahia, Seu Zio juntou moedas de um real para poder comprar um presente para sua esposa no aniversário de 50 anos de casamento. Nesse tempo ele juntou 34 mil moedas e comprou um Novo Uno.

Quer promoção melhor do que um caso real? Impossível!

“Eduardo e Mônica” para homenagear o Dia dos Namorados

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Você pode até não gostar da música do Legião Urbana, mas com certeza conhece o clássico “Eduardo e Mônica“, que conta a divertida e apaixonada história de um casal com personalidades bem diferentes, no qual a mulher mais velha se relaciona com um rapaz mais novo.

Quem vivenciou os anos 80 e nunca cantou essa música nem uma vez? Praticamente impossível!

A Vivo aproveitou a onda do Dia dos Namorados para fazer um lindo filme com a música que já embalou o romance de muitas pessoas.

Vale a pena conferir, se emocionar e repassar:

Uma bonita homenagem a todos os casais apaixonados!

Nova campanha da Coca-Cola: Existem razões para acreditar?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Teve estréia hoje no Brasil a nova campanha publicitaria da Coca-Cola: “Existem razões para acreditar. Os bons são maioria. Coca-Cola, 125 anos abrindo felicidade”, com direito a inserção no intervalo do Jornal Nacional, na Rede Globo.

O comercial apresenta o Young People`s Chorus, de Nova Iorque, interpretando a canção “Whatever”, da banda Oasis.

Mesmo por trás de toda a jogada de marketing, fica difícil não se emocionar. No mundo atual tão marginalizado e em pleno intervalo de um jornal onde só se fala de Tsunami, radioatividade, assaltos, mortes, enchentes e etc, a cruel realidade da uma trégua de um minuto para mostrar sua positividade e esperança que nos fazem crer realmente que ha muitas razões para acreditar em um mundo melhor. E quem duvida? 🙂

Parabéns Coca-Cola, lindo filme!

Não reclame do segmento: propaganda criativa é uma questão de inspiração e inteligência

quarta-feira, 9 de março de 2011

Criatividade é uma questão de inspiração e inteligência. Muitas pessoas dizem que não é possível fazer campanhas criativas para divulgar produtos ou serviços de determinados segmentos, aqueles tidos como “chatos”. Mas a verdade é que falta ainda ousadia à grande parte das marcas para cativar seu público.

Vejam a criativa campanha da Hortifruti. Alguém imaginaria coisa melhor para divulgar os produtos?

Além de criativos os anúncios são muito bem produzidos e a turma da Hortifruti ainda atua em diversos outros canais para se conectar com seu público tão variado. Vejam quem bacana a campanha interativa no Youtube: http://www.hortitube.com.br/ht2011/

De tirar o chapéu, não?

Os irredutíveis que me perdoem, mas gestão de crise é fundamental!

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Essa semana acontece o Social Media Week: http://socialmediaweek.org/saopaulo/.

Assistindo ontem ao debate “Gestão de Marcas em Tempos de Mídias Sociais” é possível chegar à conclusão de que estamos todos no mesmo barco: aprendendo a lidar com essa nova mídia frente às relações humanas, que já são difíceis tanto no ambiente offline quanto no online.

Quando se fala de seres humanos nada pode ser tido como definitivo e irrefutável. Estamos em processo Beta, tanto quanto nossos projetos, e quando tudo muda o tempo todo, pisar em falso deixa e ser exceção para se tornar a regra. É como andar sobre uma ponte e construí-la ao mesmo tempo: da medo, é arriscado, mas sabe-se que é necessário para chegar ao outro lado.

Se não podemos dar uma formula mágica para atuação das empresas nas mídias sociais, ao menos é possível incentivar os testes e o arrojamento das pessoas e das marcas para serem melhores, afinal, a verdade é que os problemas online ainda são os mesmos problemas do offline. Não há um ambiente para uma coisa ou para outra. Somos todos um só e as marcas também. Mas o que isso significa?

Quando uma marca responde para você no Twitter, mas falha em todos os outros tipos de atendimento: desconfie! Deve ter muita sujeira escondida embaixo do tapete…

Significa que se há problemas com a sua marca, seus produtos ou seu atendimento não virtual, os mesmos problemas não só continuarão existindo no mundo online como ganharão uma proporção ainda maior na web. É tal do buzz!

Além disso, a reclamação pode ate chegar até você pela web, mas dificilmente a origem dela é a web. Provavelmente a internet é so o último canal que o consumidor encontrou pra fazer seu apelo a marca, mas atualmente é o canal que mais as empresas estão atentas, esquecendo-se de todos os outros que o antecedem. Se não quer que sua marca seja mal falada na internet, cuide de todos os mínimos detalhes em todos os seus processos, desde o planejamento até o pós-venda.

Mas se você for o dono de uma empresa, provavelmente pensará então que é melhor não fazer parte das midias digitais, pois se não estiver na web seus clientes não falarão mal de você. Doce engano! Sua marca vai estar na internet de qualquer maneira e nao é mais possível deter esse processo.

Ainda que seu negócio seja a banquinha de frutas da esquina, alguém vai passar lá, comer uma frutinha mal passada e tuitar: “Cruzamento da rua x com a rua y tem uma banquinha de frutas. Nao comprem! As frutas não são frescas”. E você perder seus clientes não pela web, mas pelo produto/atendimento anterior que você ofereceu. Quase sempre é assim…

Não culpe as mídias sociais pelas suas falhas. Se você falhou, foi em algum momento anterior à internet. Analise toda a sua estrutura, processos, pessoas e detecte o erro que foi apontado pelo consumidor no final do processo através das redes sociais. Detecte e resolva. Essa é a ação mais eficiente para que sua marca evite ou saia de crises.

Conveça-se e aceite que a gestão de crise é sua única solução. Se não é possível evitar o estrago que um consumidor insatisfeito pode fazer com uma marca, ao menos tente dois passos:

1) Lute para que sua empresa ofereça sempre o melhor serviço, a melhor qualidade, o melhor preço e o melhor atendimento. Caso contrário a trajetória de sua empresa e marca não fará o menor sentido, afinal, é sempre melhor previnir do que remediar, mas também nao sinta-se culpado por errar de vez em quando. Nenhuma marca terá 100% de aprovação de todos os consumidores.

2) Não se esqueca: erre rápido, aprenda rápido, conserte rápido. Tenha estratégias rápidas e profissionais competentes para gerir crises on e offline. Gestão de crise é fundamental nos dias de hoje! Admitir os erros e lutar de forma transparente para consertá-los é justo, louvável e é a reação que os consumidores esperam das empresas. Persistir nos erros é que e burrice!

Errar é humano, pedir desculpas é digno #Brastemp

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Recentemente a Brastemp foi parar nos Trending Topics (TT) do Twitter por um problema com um consumidor que divulgou esse vídeo:

O poder do consumidor é gigante com as mídias sociais. Hoje nos fazemos ouvir muito rapidamente. O vídeo foi repassado milhares de vezes por Twitter, Facebook e outras redes, ganhando uma proporção sem dimensões. A voz do cliente realmente virou a voz de Deus. Todos nós sabemos disso agora e usamos a nosso favor.

O caso foi resolvido, mas ficam lições para todos:

1) Consumidor: Se tiver realmente razão na reclamação e não conseguir um resultado rápido da empresa por outros meios, utilize sim as redes sociais. Todos nós merecemos um atendimento digno! Mas faça sua reclamação com consciência. Não reclame por reclamar, tenha certeza de que antes de jogar a marca da empresa aos leões, sua reclamação é extremamante válida. Você sabe que vai comprometer imensamente uma marca e gerar uma crise de grandes proporções para ela. Se sua reclamação não for válida, você como pessoa pode perder muito com isso também e ser visto como uma pessoa que só quer se promover através de uma reclamação. Sua imagem pode ir por água abaixo se não tiver razão.

Pergunte-se sempre antes se realmente é o caso de fazer uma reclamação via redes sociais. Antes de postar qualquer coisa na web, converse antes com amigos e familiares, veja se eles concordam com você que a reclamação é válida. É sempre bom ouvir a opinião de terceiros para não agir por impulso. Se a reclamação for mesmo válida, poste!

2) Empresas: Errar é humano. Assumir o erro e corrigir é decente. É praticamente impossível numa empresa com as dimensões da Brastemp não haver erros, então, que pelo menos quando existirem e forem detectados, sejam tratados de forma transparente. Conforme-se que com as redes sociais e o avanço da internet, sua marca está cada vez mais exposta e saber gerir crises de marca na web deve ser requisito obrigatório na contratação de profissionais de Marketing e Relações Públicas da sua empresa.

Além disso, faça com que sua empresa seja sempre transparente. Contate sempre o reclamante e exponha publicamente a resolução do caso com ele. Responda e tente com que essa resposta chegue também a todos aqueles que receberam a reclamação, caso contrário, sua imagem de marca continuará negativa por aí. É uma tarefa difícil, mas necessária. Você nunca conseguirá reverter todo o buzz negativo gerado, mas tente reverter o máximo que puder.

Em geral, quando há um posicionamento favorável da empresa em relação à resolução do caso, os outros consumidores que receberam a informação negativa sentem-se mais confortáveis também e voltam a confiar na empresa e adquirir seus produtos e serviços a médio prazo. Acabam por considerar a reclamação uma exceção à regra do bom atendimento.

As empresas devem também aproveitar a crise de marca para repensar seu atendimento, seus serviços, a qualidade de seus produtos e tudo o mais que estiver relacionado com a reclamação. Considere que a reclamação é um feedback de seus clientes e entenda o recado como uma chance de melhoria. Foi o que fez a Brastemp.

O Sr. Oswaldo Borelli publicou em seu Twitter: “Face a repercussão Brastemp me procurou desculpou-se, propos ressarcir prejuizo e rever política de atendimento ao cliente. Ganhamos todos”

Veja AQUI o comunicado da Brastemp sobre o caso.

Você sabe quanto pagar por serviços online?

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Quando se fala em serviços no universo digital todo mundo tem suas dúvidas, mas com certeza a principal delas é: quanto pagar?

Seu chefe vai dizer: “Tudo isso!!!!! Mas é só um sitezinho, um perfil simples no Twitter, que é de graça!!!!!.” E os criativos vão reclamar: “Dá trabalho. Ninguém sabe o quanto é complicado criar para web. Tem que ter tempo, criatividade. A gente tem que cobrar pela ideia!” e os marketeiros vão justificar: “Nossa marca tem que ter presença online.”

E nesse mundo virtual, no qual toda marca tem que estar presente mesmo, ainda existem muitas dúvidas sobre quanto vale cada trabalho. Pensando nisso, em orientar e apoiar o crescimento legal e sustentável de toda a cadeia que envolve as ações digitais no país, que a APADi – Associação Paulista de Agências Digitais criou o Manual de Serviços Digitais, baseado nos valores praticados no maior mercado de agências digitais do Brasil e a Tabela de Preços da APADi, que inclui os preços médios dos principais produtos e serviços dirigidos à Internet.

O manual é muito bom e serve de guia para suas próximas contratações digitais!

Confira o manual completo aqui: http://www.manualdeservicosdigitais.com.br/download/manual-de-precos-e-servicos-digitais-apadi.pdf

Quer ser um bom profissional de mídias sociais?

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Esse post é especial para Gabriela Ramos (@gabiramospp), que me mandou um e-mail aqui pelo Blog perguntando o que deveria fazer para conseguir um bom emprego atuando com mídias sociais.

Então aqui vai a indicação de um artigo da dicas básicas, mas muito relevantes sobre mídias sociais: http://me.lt/9Le9

E aproveito para complementá-lo com algumas dicas também. Vou começar falando do primeiro item: os especialistas em mídias sociais.

A grande maioria das empresas que conheço cede a responsabilidade pelas mídias sociais a pessoas despreparadas que, ou conhecem muito de marketing, mas não tem nenhuma ou muito pouca noção das ferramentas de redes sociais, ou contratam pessoas que entendem muito de mídias sociais, mas tem poucas noções estratégicas de marketing voltado para o relacionamento. O segredo está no equilíbrio!

A pessoa certa para atuar nas empresas com social media é aquela que possui um equilibrio entre os conhecimento de marketing e as ferramentas de redes sociais, sabendo dar na medida certa informação útil aos internautas e criar vínculos saudáveis entre eles e as marcas.

Quando falamos de mídias sociais, o próprio nome já diz “social = relacionamento”, portanto, fica óbvio que não há uma receita de bolo a ser seguida na atuação no mundo virtual das mídias sociais. Tudo o que se trata de relacionamento é impossível prever, por isso, aceite que as mídias sociais tem que ter atuação baseada no bom-senso. Essa talvez seja a única regra dessa história toda, que é possível de ser seguida. O resto é sempre uma surpresa, por isso, o profissional dessa área tem que entender de tudo um pouco: das ferramentas, de marketing, de comunicação, de pesquisa, de antropologia, de história, de humanização, de gente…não é uma tarefa fácil, mas é possível. Se você quer ser um bom profissional de social media, tenha bom-senso e seja um grande estudioso de comportamento humano.

Além disso, para os profissionais que atuam com social media, conformem-se, pois tentativa e erro são partes importantes e indissolúveis desse processo, portanto: tente, acerte, agradeça, tente, erre e peça desculpas. Quando menos você perceber verá que pegou o jeitinho da coisa e, mesmo sem regras claras, o casamento entre sua marca e seus consumidores terá dado certo.