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Nova campanha da Coca-Cola: Existem razões para acreditar?

segunda-feira, 21 de março de 2011

Teve estréia hoje no Brasil a nova campanha publicitaria da Coca-Cola: “Existem razões para acreditar. Os bons são maioria. Coca-Cola, 125 anos abrindo felicidade”, com direito a inserção no intervalo do Jornal Nacional, na Rede Globo.

O comercial apresenta o Young People`s Chorus, de Nova Iorque, interpretando a canção “Whatever”, da banda Oasis.

Mesmo por trás de toda a jogada de marketing, fica difícil não se emocionar. No mundo atual tão marginalizado e em pleno intervalo de um jornal onde só se fala de Tsunami, radioatividade, assaltos, mortes, enchentes e etc, a cruel realidade da uma trégua de um minuto para mostrar sua positividade e esperança que nos fazem crer realmente que ha muitas razões para acreditar em um mundo melhor. E quem duvida? :)

Parabéns Coca-Cola, lindo filme!

TOP Of Mind – Internet 2010

sábado, 3 de julho de 2010

Recentemente a DataFolha realizou 2.069 entrevistas com pessoas de 14 anos ou mais que acessa a Internet pelo menos três vezes por semana nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Salvador e Brasília.

Veja alguns dados da pesquisa que mostram o perfil do internauta brasileiro:

Veja alguns dos vencedores nas categorias:
– Aparelho de Telefone celular: Nokia
– Artigo esportivo: Nike
– Automóvel: Fiat
– Banco: Itaú / Bradesco
– Produtos de Beleza: Natura / Avon
– Câmera digital: Sony
– Cartão de Crédito: Visa
– Cerveja: Skol
– Cia. Aérea: Gol / TAM
– Cia. de Seguros: Porto Seguro
– Computadores e Notebook: Dell
– E-commerce: Americanas.com
– Fabricante de Alimentos: Nestlé
– Lanchonetes: Mc Donald`s
– Operadora de Telefonia Celular: Oi / Vivo
– Plano de Saúde: Unimed
– Refrigerador: Brastemp
– Refrigerante: Coca-Cola
– TV: LG
– TV por assinatura: NET

Confira a pesquisa completa AQUI.

Nike, Coca-Cola, Adidas e Brahma são as marcas mais lembradas na Copa 2010

domingo, 13 de junho de 2010

Pesquisa nacional sobre marcas relacionadas à Copa do Mundo, divulgada pelo Instituto QualiBest, aponta que as mais lembradas – sem nenhum tipo de estímulo – são Nike (44%), Coca-Cola (33%), Adidas (26%) e Brahma (19%).

O estudo foi realizado durante o mês de maio de 2010, com 604 internautas das cinco regiões do Brasil.

No entanto, quando estimulados com opções de marcas e produtos associados à Copa do Mundo, os internautas elegeram a Coca-Cola como primeira do ranking, com 67% das escolhas.

Em seguida, destacaram-se Nike (58%), Adidas (42%) e Brahma (41%).

A pesquisa também perguntou sobre as campanhas publicitárias relacionadas à Copa do Mundo: 56% dos entrevistados disseram ter preferência por alguma; 25% responderam que nenhuma peça se destacou; 19% não se lembraram de nenhum comercial.

Sobre o meio de comunicação em que os entrevistados ouviram ou viram a campanha que mais gostaram, 89% citaram a TV. A segunda mídia foi a internet, citada por 9% dos participantes.

Dentre os internautas que gostaram de uma campanha publicitária específica, as mais lembradas foram: Coca-Cola (22%), Seara (16%), Skol (15%) e Brahma (14%).

Quando questionados sobre o que mais gostaram na propaganda das marcas escolhidas, os pesquisados responderam que a Coca-Cola era “interessante” por descrever o sentimento do torcedor brasileiro:

A Seara foi apontada como “divertida”, graças à performance dos jogadores do Santos ao som de “Single Ladies”:

A preferência pela campanha da Skol foi pelo “humor inteligente”, por conta dos argentinos que bebem a cerveja e “se tornam brasileiros”:

Já a peça da Brahma foi apontada como “criativa” por retratar que o povo brasileiro é guerreiro:

Quais as marcas mais populares da Internet?

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Já ouviu falar da Drimio? É uma rede social de marcas. Se você gosta de refrigerante pode seguir os canais da Coca-Cola ou do Guaraná na rede e saber das novidades das macas, ver vídeos, interagir ou simplesment aderir para mostrar ao mundo que gosta delas (ou não) e o quanto gosta, pode participar de concursos, pesquisas, sorteios e promoções relativas às marcas, saber das novidades, recomendá-las aos amigos e etc.

Recentemente a rede lançou o estudo Drimio SMI (Social Media Index), que traz informações que auxiliam as empresas a fortalecer o engajamento emocional, psicológico e físico que mantêm com seu público. A pesquisa aponta as 50 marcas e as 20 categorias mais movimentadas na rede.

Entre as marcas mais populares na rede estão Twitter, Google, Coca-Cola, Apple e Youtube. Confira o estudo completo AQUI.

O consumidor está no comando

segunda-feira, 10 de maio de 2010

Respeite as leis sociais e elas respeitarão você. Fica a lição de Pyr Marcondes ness vídeo que mostra exemplos da Coca-Cola e a repercursão da marca pela rede na era da Internet, na qual o controle está com o consumidor e não mais sobre as marcas.

Respeitar o consumidor e sua opinião, positiva ou negativa, é talvez o maior desafio das marcas na Internet. Perder o controle não é fácil e cada marca deve criar suas próprias estratégias para lidar com o buzz positivo e, principalmente, com o negativo, aprendendo definitivamente a respeitar o consumidor, pois repimi-lo só tende a ser pior. Mais do que nunca para as marcas vale o velho ditado: “Se não pode vencê-los, junte-se a eles”.

Filho, falta muito?, por Eco Moliterno

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Não há nada mais imprevisível do que as previsões do futuro. São palpites de todos os tipos, e quanto mais as pessoas tentam adivinhar o que está por vir, mais engraçado fica. Por isso, sempre me divirto muito lendo o que previram no passado para a época em que estamos vivendo hoje – e, com certeza, meus netos ainda darão muito mais risadas do que eu.

Afinal, se todos tivessem acertado suas previsões até hoje, já estaríamos fazendo odisséias espaciais para Júpiter desde 2001 – e ligando do espaço para dar notícias aos familiares por uma tela de vídeo (nesse último caso, Mr. Stanley Kubrick e Mr. Arthur Clarke apenas anteciparam o Skype em alguns anos e estão mais do que perdoados).

Outro dia assisti de novo ao maravilhoso De Volta Para o Futuro II – segundo episódio da única trilogia futurista que virou nostálgica – e, pasmem, a história se passa em 2015! Eu sei que ainda faltam alguns anos até lá, mas duvido que já estejam projetando estádios do Rio para receberem carros voadores durante as Olimpíadas de 2016.

O mais engraçado é que, ao mesmo tempo em que ‘erram na mosca’ nas previsões, os videntes se equivocam em detalhes banais que já são futuro há muito tempo. Nesse filme, por exemplo, o Marty McFly – vestindo uma jaqueta incrível, que se ajusta ao corpo e seca automaticamente quando molhada – fica acompanhando as notícias da sua cidade por um jornal impresso em preto e branco (!), além de se comunicar com o ‘Doc’ Brown por um walkie-talkie modelo ‘tijolão’ com uma antena gigantesca. Internet e celular, nem pensar né?

Por essas e outras, em vez de tentar adivinhar como será a propaganda no futuro, prefiro evitar as risadas póstumas dos meus bisnetos e usar esse espaço para contar como o futuro já está influenciando a comunicação no presente. Pois quem trabalha com internet desde o século passado, como eu, sabe muito bem como é difícil carregar o fardo de ser um ‘profissional do futuro’ – expressão que só perde para o ‘molecada da internet’. Esse rótulo nada mais é do que uma forma de empurrar pra frente o sucesso (e os aumentos salariais) de quem já entrou no mercado com uma proposta diferente: dialogar de igual para igual com o consumidor – em vez de falar de cima pra baixo, como a publicidade ‘tradicional’ quase sempre faz.

E não será preciso esperar muitos anos pra ver essa revolução chegar ao Brasil. Basta observar o que já está acontecendo em outros países. Mês passado, por exemplo, o todo-poderoso Google – que desde 2006 já é a marca mais valiosa do planeta à frente de nomes clássicos como Coca-Cola, IBM, Microsoft e McDonald’s – deixou de ser o site mais acessado nos Estados Unidos. Ele foi superado pela despretensiosa invenção de um jovem programador que, aos 20 anos – quando ainda morava no dorm room da faculdade -, criou um sistema para juntar todos os seus amigos online, batizando-o de Facebook em homenagem à tradição das escolas e universidades americanas de fazerem livros com as fotos de todo mundo. E hoje sua invenção já tem fotos do mundo todo.

Mas não para por aí. O Chat Roulette, atual fenômeno da internet, foi criado no final do ano passado, em Moscou, por um garoto mais novo ainda, de 17 anos – que também batizou sua criação em homenagem a uma tradição de seu país, a roleta russa. E agora é mais um jovem prodígio com grandes chances de ser juntar ao grupo dos milionários com espinhas no rosto.

Nas próprias agências, já é bastante comum ver profissionais dos degraus mais altos da hierarquia publicitária consultando seus estagiários antes de lançarem uma determinada ação – com medo de estarem usando um ‘discurso de tio’ em suas campanhas. Por sua vez, os assistentes sentem-se cada vez mais à vontade para palpitar nos anúncios dos seus chefes – pois o cenário mudou tanto que quase não se ouve mais os mantras do tipo “vai por mim” ou “faço isso há muito mais tempo que você”.

Ou seja, o jogo está virando. E rápido. O poder já está passando para as mãos dos mais novos, que estão até ousando ensinar os mais velhos como será o mundo daqui pra frente. Enquanto isso, os desavisados continuam achando que isso tudo é algo passageiro – e se não mudarem logo de opinião, correm um sério risco de perder o lugar na janelinha. Do bonde.

Afinal, quanto maior for essa mistura, melhor será para as empresas, que conseguirão aliar a experiência dos que já têm cabelo branco com a ousadia de quem ainda tem a carteira de trabalho em branco. Aí acabaremos de vez com todos os rótulos para, juntos, virarmos os ‘profissionais de comunicação do presente’ – sem aquelas facções de on e off que transformaram o line em um cabo de guerra. Mas, infelizmente, esse ainda é um discurso muito mais fácil de ser dito do que ser feito – tanto que muitos falam que fazem, mas poucos fazem o que falam.

Meu conselho aos ‘digitalizados’, que já acordaram para o fato de que a comunicação sofrerá mudanças radicais nos próximos anos: continuem perguntando aos mais novos quanto tempo ainda falta para essa virada definitiva acontecer. Já aos ‘analógicos’, que ainda insistem em achar que tudo permanecerá como está, das duas uma: ou vocês resolvem ir logo de volta para o futuro ou podem ir perguntando para seus filhos quanto tempo ainda falta para sua aposentadoria.

E para quem está chegando ao mercado de trabalho agora, uma dica fundamental: entre sem bater nos mais velhos. Não repita o erro que muitos deles cometeram com os mais novos e dispa-se de qualquer preconceito ao abrir um anuário ou conversar com um profissional mais antigo que você – não importa se ele é da época do pop up ou do paste up. Lembre que sua profissão só existe hoje porque alguém a inventou no passado, e cabe a você reinventá-la nos próximos anos – para que assim, no futuro, a ideia de que ‘a publicidade está morrendo’ seja tão fictícia quanto o skate voador do Marty McFly.

Mas tudo isso, claro, se a previsão dos Maias estiver errada e o mundo não acabar em 2012.

Eco Moliterno, diretor de criação da Africa