Arquivo da Categoria ‘Comunicação’

Patrocínio não é sinônimo de preferência no futebol

terça-feira, 22 de junho de 2010

Patrocinar times de futebol nem sempre garante a preferência das marcas pelos torcedores da equipe. É o que mostra o estudo “Lance Imperdível – Um retrato do esporte no Brasil” feito pelo sociólogo Alberto Carlos Almeida, pelo antropólogo Roberto DaMatta e pelo economista Pierre François Cohen para o diário esportivo Lance.

Dos 3 mil entrevistados 27% responderam que o patrocínio influencia positivamente a compra da marca, mas 64% dos entrevistados afirmam que o patrocínio não influencia em nada a compra.

Patrocínio é bom, mas, obviamente, não faz milagres. Não é sozinho que o patrcínio vai garantir a compra do produto. É necessário colocar o patrocínio na cesta de diversos outos benefícios, como preço, ponto de venda, atendimento, entrega, recomendações, qualidade e muito mais. Patrocínio é só o começo da caminhada.

Font: revista Meio & Mensagem – 07/06/2010

O que é melhor para sua empresa? – Uma comparação entre redes socias

segunda-feira, 21 de junho de 2010

O infográfico abaixo oferece uma comparação entre os mais conhecidos sites de mídia social e como eles se classificam em relação a itens como “comunicação com o cliente”, “exposição da marca”, “tráfego para seu site” e “SEO”. Certamente pode ajudar as empresas a acharem melhores opções de mídias sociais para testes, dependendo de sua estratégia de comunicação e objetivo. O Digg.com tem a melhor classificação de aprovação e o Yahoo! Buzz chega na última posição.

Confira o gráfico também AQUI.

Fonte: www.cmo.com

A Copa é a galinha dos ovos de ouro

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Em época de Copa do Mundo centenas de empresas aproveitam a situação para usar o evento em seu marketing. A Copa é a grande “galinha dos ovos de ouro” a cada 4 anos e não é para menos, pois o mundo para para ver os jogos e tudo o que diz respeito ao evento torna-se uma publicidade gigantesca e gera um buzz sem igual.

E quando a gente pensa que a criatividade já se esgotou quando o assunto é Copa do Mundo sempre surgem novidades. Vale a pena ver o vídeo da Lego feito com momentos do jogo EUA x Inglaterra, que mostra até o “frango”do goleiro inglês. Confira:

O marketing ontem e hoje

quarta-feira, 16 de junho de 2010

No gráfico abaixo dá para entendermos melhor – visualmente – essa diferença entre o os marketings de ontem e de hoje:

Ontem as empresas valorizavam a quantidades de pessoas que podiam atingir e, por isso, concentravam seus investimentos nas “Maiorias prematuras” e “Maiorias tardias”, que são os grupos mais numerosos.

Hoje as empresas de sucesso estão preocupadas com o “valor” e por isso os investimentos em comunicação não estão relacionados aos grupos com maior número de pessoas, mas sim nos grupos mais influentes. Os adotantes prematuros influenciam fortemente o restante da curva e persuadi-los vale mais a pena do que investir tempo e dinheiro em qualquer outro grupo. Nesse grupo de influenciadores as mensagens enviadas pelas empresas também são muito mais personalizadas, ao contrário do “marketing de massa” que era feito antigamente, na qual a mesma mensagem era propagada para todo o público.

Se os “Adotantes prematuros” gostarem de seu produto ou serviço, vão propagá-lo para o restante dos grupos que são mais receosos a aderir a novas ideias, marcas, produtos e serviços sem indicação segura, que é dada pelos amigos “Adotantes prematuros” e por isso as redes sociais são uma ferramenta essencial para empresas atuarem com esse público, afinal, criar relacionamento com esses “Adotantes prematuros” para apresentar seus produtos deve fazer parte da estratégia. E é também nas próprias redes sociais (virtuais ou não) que esses “Adotantes prematuros” vão propagar as informações de produtos e serviços que gostarem. A recomendação de um amigo “Adotante prematuro” é muito bem aceita pelo restante da curva.

Fonte: A vaca Roxa – Seth Godin

Em meio a tanta competitividade a solução é ser notável

terça-feira, 15 de junho de 2010

A Vaca Roxa é um excelente livro de Seth Godin. Nele Gondin afirma que “marketing notável é a arte de conceber para os seus produtos ou serviços características que valham a pena ser notadas. Não se trata de algo improvisado, incorporado ao produto no último instante, mas sim do entendimento de que se o que a empresa estiver vendendo não for notável será invisível.”

A grande verdade é que nos sobram produtos e serviços. Temos quase tudo o que desejamos ou, se não temos, pelo menos essas coisas já existem no mercado. O que nos falta mesmo é tempo. A maioria das pessoas vai ignorar a comunicação de sua empresa se ela não for notável.

E entenda-se por notável qualquer coisa que faça a diferença. Pode ser a maneira de atender ao telefone, uma nova disposição dos produtos em sua loja, o lançamento de uma nova marca, uma reanálise de preço e etc.

Embora não haja muitas áreas de inovação ainda inexploradas, há ainda muitas combinações inexploradas entre elas e é nessa junção de alternativas que geralmente surge o notável.

Algumas dicas para ter uma empresa ou um produto notável:
1) Examine o que é notável hoje e veja o que esses casos tem em comum. Você notará que não há nada em comum entre eles. O que é notável está fora dos padrões estabelecidos, portanto, anaise seu mercado e crie os seus padrões notáveis personalizados;
2) Não copie algo notável achando que vai servir ara você. Se algo já foi feito, não será mais notável quando você o fizer;
3) Ao invés de investir seu lucro em um produto morinbundo, faça-o no desenvolvimento de algo novo;
4) Não anuncie para qualquer um. Anúncios certamente funcionam, mas devem ser feitos para os agentes contaminadores de seus produtos, ou seja, aquelas pessoas que estão interessadas em seus produtos e ainda são propensos a falar sobre eles com seus amigos e colegas;
5) Assuma que para ser notável é necessário correr riscos e seu trajeto nessa caminhada será mais fácil. Somente os notáveis recebem críticas, o restante é invisível. Arriscar-se é ser grande e único;
6) Em um mercado superlotado, enquadrar-se é fracassar; não se destacar é o memso que estar invisível;
7) Medições são imprescindíves. Meça tudo o que for possível em relação aos seus produtos e serviços, descubra o que funciona e produza mais disso;
8 ) Tenha sempre um slogan. Ele ajudará seus agentes contaminadores a falarem de forma mais fácil sobre seu produto para os amigos e aumanta seu buzz no mercado;
9) Seja um apaixonado por sua empresa ou produto. Só a paixão, o amor pelo quese faz ou produz garante a produção pelo notável;
10) Descubra lacunas na indústria e preencha-as. Não pense mais em “massa”. procure nichos pequenos de atuação e crie para eles produtos notáveis. É muito mais fácil ter o sucesso de um produto com peqenos grupos e depois expandi-lo para grupos maiores;
11) Não seja tedioso. Liste o que pode ser mudado em seu produto – e não na propaganda dele – para que ele tenha mais apelo para a principal fatia de seu mercado consumidor;
12) Não tenha medo de terceirizar. Se está difícil ohar para seu próprio produto e descobrir alternativas, busque ajuda fora.

Inovação é uma arma necessária para combater a competitividade

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Inovação não é a única arma, mas é uma arma, com certeza, necessária para combater a competitividade entre as empresas. Em mercados tão disputados e copiados, só o que é diferente se destaca…e dura pouco, pois logo outra empresa copia a ideia. Por isso, inovar é preciso SEMPRE.

Inovação é uma palavra é derivada do termo latino innovatio e se refere a uma idéia, método ou objeto que é criado e que pouco se parece com padrões anteriores. De uma maneira geral inovação significa novidade ou renovação e, além de contribuir para a sobrevivência das empresas, a inovação é necessária para o crescimento econômico da sociedade.

Confira as dicas de especialistas para se chegar à inovação:

Fonte: Revista Meio & Mensagem – 19/04/2010

Quanto você se envolve com uma marca?

sábado, 12 de junho de 2010

É saudável nos perguntarmos isso de vez em quando: Quanto nos envolvemos com determinada marca?
Querendo ou não, não há como negar que as marcas nos envolvem e acabamos tendo, mais cedo ou tarde, algum tipo de relacionamento com elas e, assim como os relacionamentos humanos, os relacionamentos com as marcas podem ser positivos, negativos ou até indiferentes. Você pode odiar aquela operadora de telefones que te causou tantos transtornos por meses; pode adorar aquela marca de perfume a ponto de não usar nenhum outro pois aquele é sua marca registrada; pode gostar de um certo refrigerante ou ter uma quedinha por uma marca de hidratante, mas nada vai impedir de trocá-los quando há ofertas mais vantajosas no preço. Cada marca uma relação, mas como identificar o quanto envolvido você está?

O gráfico desse post ilustra um pouco essa relação e pode ajudá-lo(a) a conhecer mais de você mesmo através de suas relações com as marcas. E para as empresas esse gráfico é o verdadeiro “mapa da mina”, pois diferencia os consumidores segundo a intensidade de sua conexão com a marca.

A fase de “Desconhecimento” indica que a marca nem sequer existe para o consumidor. Na fase de “Rejeição” encontram-se os consumidores que não consideram a possibilidade de usar a marca e isso pode se dar pelos mas diversos motivos. Na fase da “Familiaridade” estão concentrados os consumidores que, emboram conheçam a marca, não demonstram sentimentos negativos e nem positivos em relação a ela. Neste caso a marca é apenas mais uma opção do mercado. Já no estágio de “Preferência” os consumidores tratam a marca como uma opção provável de compra, o que não significa exclusividade, pois vários fatores influenciam na decisão de cmpra dos consumidores nesse estágio: preço, disponibilidade, brindes, ofertas e etc. O estágio de “Idealização” é o mais almejado pelas empresas gestoras das marcas, mas só 9% dos consumidores habitam esse patamar.

A verdadeira batalha entre as marcas se dá na fase da “Familiaridade”. É nesse estágio que os consumidores estão mais propensos a aceitar a “sedução” das marcas e as empresas tem maiores chances de emupurrar esses consumidores para o topo da pirâmide.

Fonte do gráfico: As marcas no divã – Jaime Troiano

Alcóolicos Anônimos – Campanha comemorativa de 75 anos

quinta-feira, 10 de junho de 2010

A Alcóolicos Anônimos (A.A.) completa 75 anos hoje. A A.A é uma organização não-governamental, presente em mais de 160 países, que já ajudou milhares de pessoas a se recuperarem do vício do álcool com seus programas de reabilitação.

Para destacar a data e o programa intitulado 12 passos a A.A. lança campanha “Olhos”, que convida as pessoas a compartilhar suas experiências e ajudar outros a se recuperarem do alcoolismo. Criadas pela JWT as peças levam a assinatura “Você não vê. Mas aqueles que você ama vêem. Pare de beber em 12 passos”.

Importante é ter uma marca saudável

terça-feira, 8 de junho de 2010

Marca é a representação simbólica de uma entidade, qualquer que ela seja, algo que permite identificá-la de um modo imediato como, por exemplo, um sinal de presença, uma simples pegada. Na teoria da comunicação, pode ser um signo, um símbolo ou um ícone. Uma simples palavra pode referir uma marca.

A OMPI – Organização Mundial de Propriedade Industrial – define a marca como um “sinal que serve para distinguir os produtos ou serviços de uma empresa dos outros de outras empresas”.

Segundo Kotler, “talvez a habilidade mais característica dos profissionais de marketing seja a capacidade de criar, manter, proteger e melhorar uma marca. Para os profissionais de marketing, o estabelecimento de uma marca é a arte e a essência do marketing.”

Quando se fala em marca, é comum estar-se a referir, na maioria das vezes, a uma representação gráfica, no entanto, o conceito de marca é bem mais abrangente que o visual. Não é por acaso que hoje há tanta preocupação das empresas e dos profissionais de comunicação e marketing com a “gestão de marca”. Marca é o bem mais precioso que uma empresa possui.

A construção de uma marca forte para um produto, um linha de produtos ou serviços é consequência de um relacionamento satisfatório com o mercado-alvo. Quando esta identificação positiva se torna forte o bastante, a marca passa a valer mais do que o próprio produto oferecido, por isso é tão importante manter uma marca saudável.

No quadro abaixo existem alguns pontos que podem nos ajudar a identificar se uma marca é saudável e bem gerida. Confira:

Fonte: Revista M&M – 31 de maio de 2010 – p.4 – Oportunidades e Ameaças na era das marcas – Walter Falceta Jr.

O uso do e-mail MKT nas corporações brasileiras

terça-feira, 8 de junho de 2010

Sairam os resultados da quarta edição da pesquisa “O uso do e-mail marketing nas corporações brasileiras”., realizada pela WBI Brasil e pela Dinamize, em parceria com a Focal Pesquisas.

O estudo apontou que 71,5% das empresas entrevistadas utilizam essa mídia para a divulgação de produtos e serviços junto a seus clientes, contra 64,5% constatado na última edição da pesquisa, realizada em 2007.
Do total de empresas que fazem uso dessa mídia, 30,2% realizam envios semanais, 19,9% mensais, 15,1% quinzenais e 13,7% diários.

Confira a pesquisa completa AQUI.

Entre as organizações que ainda não realizam ações de e-mail marketing, 37,5% planejam investir nesse tipo de mídia nos proximos meses.